Os Quinze Maiores Gols de Copa do Mundo que Já Vi
⚡ Principais Pontos
- **1. Diego Maradona vs. Inglaterra, Quartas de Final de 1986 (Argentina 2-1 Inglaterra)**
- **2. Carlos Alberto vs. Itália, Final de 1970 (Brasil 4-1 Itália)**
- **3. Dennis Bergkamp vs. Argentina, Quartas de Final de 1998 (Holanda 2-1 Argentina)**
Olha, classificar gols de Copa do Mundo é como escolher seu filho favorito. É subjetivo, é emocional, e você provavelmente vai irritar alguém. Mas depois de 15 anos nessa jornada, assistindo a inúmeras reprises e discutindo com pessoas em cabines de imprensa de Yokohama ao Rio, eu tenho minha lista. Não se trata apenas de brilhantismo técnico; trata-se do momento, do contexto e da pura audácia. Aqui estão os 15 que nunca esquecerei.
**1. Diego Maradona vs. Inglaterra, Quartas de Final de 1986 (Argentina 2-1 Inglaterra)**
Você sabe qual é. Quatro minutos depois da Mão de Deus, Maradona pegou a bola dentro do seu próprio campo, girou para longe de Peter Beardsley, e então dançou por Peter Reid, Terry Butcher e Terry Fenwick como se fossem cones de treinamento. Ele driblou Peter Shilton e marcou. Este não foi apenas um gol; foi um dedo do meio desafiador e balético para o mundo do futebol, consolidando uma vantagem de 2 a 1 que levou a Argentina às semifinais.
**2. Carlos Alberto vs. Itália, Final de 1970 (Brasil 4-1 Itália)**
O gol de equipe mais puro já marcado em uma final. Jairzinho, Pelé, Rivelino – a bola passou por meia dúzia de jogadores brasileiros antes de Pelé ajeitar perfeitamente para Alberto, que vinha em disparada pela lateral direita. O chute foi um foguete, martelado baixo e forte, passando por Enrico Albertosi, colocando o Brasil em 4 a 1 e selando seu terceiro título de Copa do Mundo. Poesia em movimento, e a expressão máxima do Jogo Bonito.
**3. Dennis Bergkamp vs. Argentina, Quartas de Final de 1998 (Holanda 2-1 Argentina)**
Frank de Boer lançou um passe de 60 jardas, e Bergkamp fez o resto. O primeiro toque a matou, o segundo toque deu um drible da vaca em Roberto Ayala, o terceiro toque foi um chute potente com a parte externa do pé no ângulo superior. Estava 2 a 1 no minuto 89, um gol de controle sublime e finalização clínica que levou os holandeses à semifinal. Absolutamente de tirar o fôlego, e um gol que ainda me dá arrepios.
**4. Pelé vs. Suécia, Final de 1958 (Brasil 5-2 Suécia)**
Pelé, de dezessete anos, domina um cruzamento no peito, dá um chapéu no zagueiro sueco Bengt Gustavsson e, em seguida, chuta de voleio, passando por Kalle Svensson. Um garoto fazendo isso no maior palco, colocando o Brasil em 3 a 1 em uma vitória por 5 a 2. Foi audacioso, habilidoso e anunciou a chegada de uma lenda global.
**5. Saeed Al-Owairan vs. Bélgica, Fase de Grupos de 1994 (Arábia Saudita 1-0 Bélgica)**
De uma ponta a outra do campo. Al-Owairan pegou a bola no seu próprio campo, e então correu, correu e correu. Ele passou por quatro zagueiros belgas antes de soltar um chute potente que passou por Michel Preud'homme. Foi o único gol em uma vitória por 1 a 0, levando a Arábia Saudita às oitavas de final em sua Copa do Mundo de estreia. Pura genialidade individual.
**6. Maxi Rodríguez vs. México, Oitavas de Final de 2006 (Argentina 2-1 México prorrogação)**
Prorrogação, 1 a 1, e a Argentina precisava de um momento de magia. Juan Román Riquelme deu um passe por cima para Maxi na entrada da área, que dominou no peito e soltou um voleio de pé esquerdo no ângulo superior. Um chute ridículo que quebrou o empate e levou a Argentina às quartas de final. A técnica foi impecável.
**7. James Rodríguez vs. Uruguai, Oitavas de Final de 2014 (Colômbia 2-0 Uruguai)**
James dominou a bola no peito a 25 jardas, girou e acertou um voleio de pé esquerdo que mergulhou perfeitamente sob o travessão. Fernando Muslera não teve chance. Foi o gol de abertura em uma vitória por 2 a 0 e um momento de pura genialidade que consolidou a campanha de James pela Chuteira de Ouro com seis gols.
**8. Roberto Baggio vs. Tchecoslováquia, Fase de Grupos de 1990 (Itália 2-0 Tchecoslováquia)**
Baggio começou este lance logo fora de sua própria área, fez uma tabela, e então disparou. Ele driblou três zagueiros com um controle de bola incrível, depois driblou o goleiro e marcou. O segundo gol em uma vitória por 2 a 0, foi uma exibição deslumbrante de habilidade de "Il Divin Codino".
**9. Michael Owen vs. Argentina, Oitavas de Final de 1998 (Inglaterra 2-2 Argentina, Argentina venceu nos pênaltis)**
Owen, de dezoito anos, pegou a bola perto do meio-campo, deixou Roberto Ayala para trás, superou José Chamot e então chutou forte, passando por Carlos Roa. Colocou a Inglaterra em 2 a 1 em um jogo clássico. Uma estrela nasceu, mesmo que a Inglaterra tenha perdido nos pênaltis.
**10. Giovanni van Bronckhorst vs. Uruguai, Semifinal de 2010 (Holanda 3-2 Uruguai)**
A 40 jardas de distância, o lateral-esquerdo veterano soltou um verdadeiro petardo com o pé esquerdo, seu pé mais fraco. A bola voou no ângulo superior, deixando Fernando Muslera sem reação. Foi o gol de abertura em uma vitória por 3 a 2, colocando a Holanda no caminho para a final. Que maneira de se apresentar em uma semifinal.
**11. Éder vs. União Soviética, Fase de Grupos de 1982 (Brasil 2-1 União Soviética)**
Sócrates tocou a bola para Éder, que a dominou no peito, fez um malabarismo e então soltou um voleio de pé esquerdo que explodiu na
